sábado, 20 de novembro de 2010

o meu II Reich.

Lembro-me da emoção que era competir quando nadava.É fato que havia o nervosismo,a ansiedade,o cansaço,o stress. Tudo isso fazia parte da receita do bolo da competição,mas o que mais me satisfazia era me colocar a prova. Meu ego interno era algo grande,e sendo grande,ele necessitava de energia,esta só podia ser adquirida quando eu determinava metas e as atingia. Construi aí o meu primeiro império pessoal. A minha mente dominou meu corpo. A minha mente determinava,o meu corpo respondia. As leis eram feitas pela mente,e obedecidas pelo corpo... Mas um dia os impérios caem,e esse primeiro império caiu.
Passei um tempo na monotonia. Minha mente sequer criava leis mais. Não tinha vontades que não pudessem ser facilmente satisfeitas. Mas assim como todo um dia um império cai,o legado desse mesmo império permanece. E em mim ele deixou uma semente. As sementes sob algum estímulo saem do estado de dormência,e começam a querer ser algo. Cresceu uma árvore em mim,uma árvore que virou um monstro. Eu não era ainda um império,mas eu tinha vontade de ser. Até que minha mente e minhas vontades novamente voltaram ao estado que se encontravam no 'primeiro império silvial'. Minha mente controla meu corpo,meu corpo responde e subordina-se a vontade. Eu não tenho mais ó eu mesmo,nas guerras contra os obstáculos meu império se junta à bela isonomia encontrada nos exércitos que batalham ao meu lado.
Meu Império,meu Segundo Império começa a nascer denovo agora,eu hei de crescer sobre mim,eu hei de fazer. Nada sou se não quiser ser mais que hoje sou.

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