sábado, 21 de abril de 2012

Astecas, vocês disseram o certo

Ele há de se refletir. Mesmo com sua finitude há consequencias infinitas sobre seus erros. Mesmo que haja até a filosofia aristotélica mostrando que o que determina a real caracterísitca da pessoa é o hábito,não o feito, o mundo o verá pelo seu feito, mesmo que único.
Não será nada se não um resultado constante do julgamento correto,porém incompleto,daqueles que te rodeiam. Estariam eles errados ? Claro que não !
É a partir disso que surge a culpa,constante, cansativa e causadora de tormento. Acompanhante de seus passos até nos caminhos nos quais o assunto não deveria de forma alguma aparecer. Infeliz culpa ! Surge e cresce, cresce e surge cada vez mais. Tem como sua mãe a sua atitude,e como alimento o julgamento dos outros. Julgamento correto esse, por quê não seria ?
Tentativa de conforto nasce quando talvez você consegue achar uma desculpa, mas não há. É sua tatuagem,sua marca, sua sina e seu defeito para sempre. Da mesma forma que se perde um membro e não há a sua recuperação, o ganho do erro irá impregnar em cada atitude futura sua.
Pra sempre um errante, um causador do sofrimento. Nada mais do que a justiça sendo feita quando se proporciona todos os fatores para fazê-lo sofrer, não é ? Por quê não fazê-lo sofrer ? Ele é merecedor disso,oras. "aquele que com ferro fere,com ferro será ferido". Aquele que com uma espada de ferro fere,é ferido com inúmeros gravetos  de ferrode forma que há somação temporal

No fim não importa nada do que você é. Ser não importa. O fato de ser está restrito apenas à você mesmo e as vezes à sua consciencia. Importa o que você fez,e ponto. Esse é você,esse é seu erro. Passíveis e perfeitos até a primeira curva.
Seria a admissão do erro um tiro no pé ?
Esse é você meu amigo. Bem vindo a sua nova realidade.


Já diziam os astecas "você nasceu para sofrer,sofra e resista". E já digo eu, que pelo jeito também nasci para fazer sofrer